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Publicado: 18/08/2021Tempo de leitura: 7 min.

Pesquisa indica que uso dos meios digitais não substitui contato com as pessoas

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Marketing Franq

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Investidor brasileiro continua valorizando o atendimento presencial e o aconselhamento com um profissional

Uma das conclusões do Raio X do Investidor 2020, pesquisa realizada anualmente pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), é que o investidor continua valorizando o atendimento presencial e o aconselhamento com um profissional, mesmo em meio ao processo de digitalização do mercado financeiro nos últimos anos.

De acordo com a análise da Associação, as pessoas ainda necessitam conversar com alguém para a tomada de decisão sobre onde colocar o dinheiro, mas o investimento em si é feito por meios eletrônicos, seja pelo aplicativo ou site do banco/corretora.

O uso dos meios digitais não substitui completamente o contato com os profissionais de investimento. Pelo contrário, mesmo usando os meios digitais, o investidor ainda quer a curadoria de um especialista ou profissional antes de decidir onde apostar suas economias.

O Raio X do Investidor é realizado anualmente e traz um perfil atualizado dos investidores brasileiros no ano em que a pandemia de Covid-19 alterou os hábitos de negócios, comportamento e consumo. A pesquisa também abordou as perspectivas dos investimentos em 2021.

Entre os principais destaques do documento:

  • Caiu o número de investidores de 44% para 40%
  • Muitas pessoas perderam o emprego ou tiveram queda na renda
  • Classe C foi a mais impactada pela perda de emprego
  • Classes A e B fizeram “poupança forçada”
     

Nos investimentos as seguintes mudanças ocorreram:

  • Juros mais baixos e procura por investimentos mais rentáveis
  • Ações, títulos privados e fundos ganharam participação
  • Caderneta de poupança perdeu espaço pela primeira vez em quatro anos
  • Necessidade de manter uma reserva de emergência

Pela primeira vez, os produtos financeiros ultrapassaram a soma de todos os outros dados para as economias, alcançando uma população estimada em 20 milhões de brasileiros. 

Ao todo, foram ouvidas 3.408 pessoas em todo o país, nas cinco regiões, todas com 16 anos ou mais, das classes A, B e C, economicamente ativas, aposentadas ou que vivem de renda. O levantamento foi realizado entre os dias 17 de novembro e 17 de dezembro de 2020. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro máxima para o total da amostra é de 2 pontos percentuais.

Quem são e onde estão os investidores

Os investidores representam 40% da população. Desse total, 86% tem atividade e renda remunerada, ganham em média R$ 7.100 e estão divididos entre 55% de homens 45% de mulheres. Eles estão preferencialmente no Sudeste (48% deles estão lá) e representam parte da classe C (48%) e classe B (44%). 

Impacto da pandemia

A pandemia impactou o bolso do brasileiro. A pesquisa identificou que 55% da população teve perda de rendimento ao longo de 2020. Desse universo, 45% registraram perda parcial e 10% tiveram perda total. Já a perda de emprego afetou 31% dos domicílios estudados. Entre os investidores, 50% conseguiram manter a renda e a perda de emprego afetou apenas 24% daqueles que tinham investimentos. 

Impacto no rendimento: 

Classe C: 58%

Classe B: 52%

Classe A: 43%

Perda de empregos:

37% estão na classe C

22% estão na classe B

13% estão na classe A

 

Descapitalização, endividamento e reserva

As classes A e B foram as menos atingidas pela crise, enquanto a classe C foi a que mais precisou recorrer à venda de bens ou a pedidos de empréstimos. O levantamento mostra que 12% da população, o equivalente a cerca de 12,5 milhões de pessoas, retirou dinheiro de aplicações financeiras ou outras reservas para pagar as contas. Já cerca de 11% pediram empréstimo, usaram o cheque especial ou o rotativo do cartão em momentos de emergência. Apenas 5% venderam algum bem para fazer caixa em 2020. 

Quase 20% da população brasileira precisou se descapitalizar, se endividar ou vender algum bem durante a pandemia para honrar seus compromissos financeiros.

Cerca de 36% dos entrevistados conseguiram economizar algum dinheiro em 2020. Apesar de indicar queda de dois pontos em relação a 2019, o número fica acima do apurado nos anos de 2017 e 2018. Entre os brasileiros que guardaram dinheiro prevalecem os pertencentes às classes A (70%) e B (47%). São predominantemente do sexo masculino e têm entre 16 e 24 anos.

Fatores que influenciaram no aumento dos poupadores

A redução dos gastos com viagens, festas, idas a bares e restaurantes foi a principal fonte de economia de quem conseguiu guardar dinheiro em 2020. Para 56% das pessoas que declararam ter economizado, esse foi o principal motivo das fontes de recursos. Em 2019, esse índice foi de 34%. A pandemia e o distanciamento impactou a forma de economizar a ponto de 7% dos entrevistados afirmarem que guardaram porque não tinham onde gastar.

E para onde foi o dinheiro economizado? 

Os produtos financeiros foram o principal destino do dinheiro economizado pela população das classes A, B e C no ano passado. Cerca de 53% colocaram o dinheiro em produtos financeiros, 11% a mais do que o número do ano passado. E pela primeira vez, essa opção ultrapassou a soma de todos os outros destinos dados para as economias.

Apesar da queda de 8% em relação ao ano passado, a poupança continua sendo o investimento preferido por 29% dos investidores. Títulos privados e fundos foram a escolha de 10% dos investidores, 3% a mais que em 2019. As classes A foram responsáveis por 48% desta escolha, que aumentou 20% em comparação com o ano anterior.

Motivações para aplicar em produtos financeiros

A pesquisa também identificou dos motivos da escolha de determinado produto financeiro para investir:

  • Possibilidade de retorno: 38%
  • Segurança/confiança: 28%
  • Facilidade/comodidade: 21% 
     

Produtos citados com maior retorno

Entre os produtos percebidos como de maior retorno, foram citadas pelos entrevistados:

  • Moedas estrangeiras: 78%
  • Ações: 71%
  • Planos de previdência privada: 71%
  • Moedas digitais: 58%
  • Fundos de investimento: (57%)
  • Títulos públicos: 51%
  • Títulos privados 50%
     

Conhecimento sobre os investimentos

A caderneta de poupança mantém a liderança, alcançando um índice de 89% de conhecimento geral. Na sequência, o produto financeiro mais conhecido dos brasileiros é a previdência privada com 73%, ouro com 71% e moedas estrangeiras com 70%. Os fundos de investimentos também tornaram-se mais conhecidos, com um índice de conhecimento geral de 64%, o maior nos quatro anos da pesquisa.

Cresceu o conhecimento do brasileiro em relação aos principais produtos financeiros disponíveis no mercado. 

2021 nos investimentos

Segundo a pesquisa, realizada no final de 2020 e somente publicada na metade deste ano. Entre os investidores, 26% dizem querer continuar investindo em produtos financeiros em 2021, o que representa um universo de 27 milhões de pessoas. Apenas 9% não pretendem investir neste ano e 4% desejam migrar para produtos não financeiros. Outro dado interessante indicado no documento da Anbima é que 10% dos não investidores, algo em torno de 11 milhões de pessoas, pretendem investir no mercado financeiro. 

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Se quiser ver a pesquisa completa, clique aqui

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