Publicado: 28/01/2020Tempo de leitura: 5 min. - Última atualização: 30/01/2020

Podcast: vida de bancário para além dos bancos

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Marketing Franq

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Conversamos com uma das Personal Bankers que conta por que escolheu empreender com nossa tecnologia.

O que o bancário pode fazer depois que sai de um banco? Como pode aproveitar o que aprende durante a carreira em outros segmentos de mercado? No terceiro episódio do nosso podcast, nosso CMO e VP de Tecnologia, Daniel Ferretti, conversou com Karen Lopes, profissional com mais de 20 anos de atuação no mercado bancário. Ela falou sobre sua trajetória profissional e o que faz hoje como Personal Banker membro da Franq, empreendendo por conta própria. 

Antes e depois da Franq 


Antes de empreender usando nossa tecnologia, Karen Lopes atuou como bancária durante mais de 20 anos, com passagens em sete dos principais bancos tradicionais no Brasil. Em três meses como Personal Banker, desde outubro de 2019, tornou-se uma apoiadora e entusiasta da Franq. 

Decidiu deixar de trabalhar em banco nos últimos seis meses e passou a avaliar o mercado. Optou por se dedicar aos clientes Pessoa Jurídica (PJ), oferecendo crédito de vários bancos e fintechs parceiros da Franq. “Hoje, vendo produtos de extrema qualidade, sem forçar o cliente a adquirir um produto que não precisa. Meu foco é atender as necessidades do cliente”, afirma. 

O atual cenário bancário começou a mudar sua percepção sobre o mercado nos últimos tempos. “Estava preocupada com isso, pois sempre fui uma profissional de ponta na área comercial, e quero estender minha carreira nos próximos dez anos. Mas como continuar se o mercado está acabando? O frio na barriga de ficar era maior que o de sair”, conta ela, que avalia o empreendedorismo como a melhor opção profissional que um bancário pode ter na atualidade. “A Franq facilita, porque dá uma plataforma pronta pra trabalhar, eliminando a insegurança que o bancário sente. Com a Franq, vai ter a opção de trabalhar com o que se gosta”. 

Relacionamento dos clientes PJ com os bancos 
 

Karen avalia que o empresário no Brasil é mal orientando financeiramente. Embora conhecedor do segmento de mercado em que atua, precisa de ajuda na parte financeira. “Vejo que os bancos não estavam preparados para dar essa assessoria. Quando se trabalha em banco, cumprindo meta, a gente não tem tempo para olhar as necessidades do cliente. Num mês a meta é capital de giro, no outro antecipação de recebível... Além do fato do desconhecimento dos clientes com relação as novas ferramentas e as oportunidades de mercado. O papel do Personal Banker é mostrar isso, e o cliente pode ter acesso a serviços bancários mais baratos, com mais agilidade e menos burocracia”. 

Necessidade do fator humano 


Mesmo com o avanço da transformação digital em diversos setores, Karen analisa que por um fator cultural, algumas parcelas dos clientes ainda vão depender do atendimento humano, como é o caso do cliente PJ. “Para esse tipo de cliente, a referência no banco ainda é o gerente. Percebo que ainda vai demorar muito pro mercado se tornar totalmente digital. E talvez em nenhum momento se consiga fazer isso, porque a presença da pessoa ainda é muito importante”. 

Diferencial em empreender com a Franq 


A novidade proporcionada pela Franq, plataforma digital que reúne vários produtos e serviços de diversos bancos e fintechs, foi um dos atrativos para que a Karen decidisse empreender como Personal Banker. “A Franq é a tábua de salvação do bancário, que percebe um negócio fazendo o que se sabe, podendo escolher trabalhar com o que gosta, sem ter que investir numa loja, pensar em estratégia e parceria. Você se vincula, recebe sua página, os produtos estão lá, e sai vendendo. Isso dá uma segurança que não tem no mercado”, avalia. 

Para ela, o grande diferencial em ser Personal Banker é a possibilidade de escalar em número de vendas, sem se preocupar com o lado operacional do negócio. “O parceiro está do teu lado, pronto pra atender, com uma equipe gigante, que vai fazer a parte operacional, e tu ganha escala. Consegue ligar pra vinte clientes no dia, sem fazer a parte burocrática. Existem equipes em cada parceiro prontas para te atender. Independentemente de ser atendido por uma agência ou plataforma digital, para o cliente não muda. Ele quer ser bem atendido. E isso conseguimos entregar com maestria na Franq, de uma forma rápida - mais rápida que o banco - facilitando nossa escala”, conclui. 

Para ouvir o episódio na íntegra, é só clicar aqui ou iniciar no player abaixo. E convidamos você para seguir nosso perfil no Spotify e conferir em primeira mão os novos episódios.