Publicado: 25/03/2020Tempo de leitura: 4 min.

Podcast: democratização do crédito para Pessoa Física

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Marketing Franq

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Para falar sobre o assunto, conversamos com Gustavo Pagotto, da Creditas.

Um dos segmentos que mais aumenta o número de fintechs é o da oferta de crédito. De acordo com o levantamento Fintech Mining Report feito pela Distrito, das 550 startups financeiras existentes em 2019 no Brasil, 85 delas são focadas em crédito. E o número pode aumentar, já que há uma parcela considerável de brasileiros desbancarizados, ou seja, que não estão registrados no sistema bancário e que podem ser atendidos por essas empresas. Outra pesquisa, Fintechs de crédito no Brasil 2019, feita pela PwC, estima que existam 45 milhões de pessoas no país nessa situação.

Entre os diferenciais proporcionados pelas fintechs de crédito, está a facilitação no pagamento e taxas de juros mais competitivas, em comparação aos bancos tradicionais. Pra falar sobre o tema, conversamos com o Diretor de Canais e Parcerias da Creditas, Gustavo Pagotto. A fintech surgiu em 2012 e é referência no mercado de empréstimo com garantia.

Endividamento bom x endividamento tóxico


Gustavo citou o crescimento das fintechs e também um duplo desafio, vivido pelas pessoas: a manutenção do endividamento bom, aquele que é possível de ser pago ou quitado, dentro do planejamento financeiro de cada um; e as dificuldades em evitar o endividamento tóxico, ocasionado pelo excesso de dívidas e ampliado em razão das altas taxas de juros. “Existe no Brasil um estigma muito grande em relação ao endividamento. E nossa preocupação sempre é em relação ao endividamento bom. O endividamento tóxico é um grande problema pra que isso não aconteça”, avalia.

Para ele, o crédito é o maior viabilizador de conquistas para os brasileiros. “A gente sabe que tem um papel super importante em ajudar a pessoa a sanar dívidas tóxicas, eventualmente que ela tenha com cartão de crédito, empréstimo pessoal, ou alguém que quer reformar ou comprar um imóvel, ou investir no seu próprio negócio. Todas essas frentes são muito importantes para as pessoas em geral. Só que uma conquista não pode fazer com que uma pessoa crie um endividamento tóxico”, explica Pagotto.

A principal estratégia da Creditas é entender o fluxo de renda das pessoas, de acordo com Gustavo. “Tem muitas pessoas hoje que não conseguem um crédito nos bancos tradicionais, porque não conseguem uma comprovação de renda. A gente tem formas de fazer esse mapeamento, entender qual a composição de renda daquele autônomo, aquele profissional liberal, ou mesmo de um empreendedor, entender quais os tipos de custo que ele tem, e efetivamente fazer uma oferta de empréstimo pra ele, com uma taxa, um prazo, uma determinada quantia, que ele consiga num curto e no longo prazo honrar isso”, afirma.

Para ouvir a conversa completa com o Gustavo, é só clicar neste link. Nos siga no Spotify! Assim, você ficará por dentro sempre que lançarmos um episódio novo por lá.