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Publicado: 03/04/2020Tempo de leitura: 3 min. - Última atualização: 27/05/2020

Como empresas podem se antecipar à crise?

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Marketing Franq

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Inbal Salzstein, da Weel, conversou com a gente sobre antecipação de recebíveis.

Entre as razões existentes para que um negócio feche as portas, está a falta de capital de giro para sua manutenção. Em uma pesquisa divulgada pelo Sebrae-SP feita com base em 1.829 entrevistas, 88% dos empreendedores entrevistados alegaram usar dinheiro próprio ou de familiares para manter suas empresas. Na fase de planejamento, 39% dos participantes responderam que não sabiam qual era o capital de giro necessário para abrir o negócio.

Seja para começar uma empresa ou mantê-la, sobretudo em momentos de crise, a existência de recursos financeiros é fundamental. Conversamos sobre o assunto com a Inbal Salzstein (Bel), Business Development da Weel, fintech especializada em antecipação de recebíveis, uma das modalidades existentes para que empreendedores possam ter dinheiro em caixa e manter as contas em dia. 

Antecipação de recebíveis 


A antecipação de recebíveis pode ser considerada uma linha de crédito, para que empresas não fiquem no vermelho e possam organizar sua contabilidade. “A nossa missão é dar poder para as empresas decidirem pela melhor solução financeira e dar o acesso à crédito. Isso com muita transparência, agilidade, simplicidade. A nossa proposta de valor é descomplicar, desburocratizar e ajudar as empresas brasileiras a crescerem”, afirma Bel.

Um dos desafios na oferta de crédito para empresas no Brasil é democratizar o acesso, sobretudo aos pequenos empreendedores, que se dizem desassistidos quando o assunto é acesso a investimento. Para Bel, o Open Banking auxilia esse cenário, ao fomentar a abertura de fintechs e ampliar a concorrência. “Sabemos que no Brasil há uma concentração muito grande em cinco bancos, que detêm aproximadamente 85% do mercado. A gente vê que o próprio Banco Central tem flexibilizado continuamente a regulamentação. E isso fortalece muito as fintechs, o próprio Open Banking, que também está, nesse sentido, de abrir o mercado e fazer as informações fluírem. E isso traz pro mercado um novo ambiente, com muito mais players, com muito mais soluções financeiras, com muito mais agilidade, flexibilidade e criatividade. Toda essa abertura vai totalmente em benefício aos clientes, às empresas. O Brasil se beneficia com isso, com esse desenvolvimento todo que vai ser propiciado ao mercado”, opina.

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