Publicado: 07/02/2020Tempo de leitura: 4 min.

Personal Banker: uma nova forma de “fazer banco”

Publicado por

Marketing Franq

Marketing Franq

Conteúdos Especiais

Bancários avaliam oportunidades de carreira atuando por conta própria.

Na última edição do evento #GoFranq que ocorreu entre os dias 04 e 05 de fevereiro de 2020 na sede da Franq, em Florianópolis, conversamos com bancários que decidiram inovar a carreira, usando nossa tecnologia para empreender por conta própria. 

Renata dos Santos é um exemplo. Dos 35 anos de vida, dedicou 10 deles atuando como bancária, gerenciando equipes formadas por caixas e estagiários. Além de coordenar os times, também era responsável pela tesouraria, abertura e fechamento de agência. A pressão na rotina era alta e a remuneração não acompanhava a demanda de trabalho. “É comum pensar que fora do banco não existe vida bancária. Com agências fechando, tecnologias tomando conta, surge o pensamento de que o cargo de bancário será extinto. Dava uma crise na cabeça da gente. Mas depois que saí do banco, enxerguei novas oportunidades”, pontua. 

Recentemente, Renata passou a integrar o grupo de Personal Bankers que vai atuar na capital catarinense. “Acredito que hoje, a inovação tecnológica e toda a opção de escolha que os clientes têm, junto com a transparência que podemos passar para eles, sejam mais atrativas e válidas pro cenário atual: a liberdade que o cliente tem de acessar do seu próprio computador e escolher qual o produto mais apropriado, aliado ao conhecimento técnico do Personal Banker, que pode direcionar qual o produto mais adequado ao perfil dele”. 

Ganhos mais altos e rotina flexível 


Outro bancário que decidiu empreender por conta própria foi Alcione Anton. Aos 49 anos de idade, viu a vida mudar completamente depois de 33 anos atuando em banco. Foi em um deles que conheceu Paulo Silva, CEO e fundador da Franq. Quando ele foi convidado para conhecer o projeto e soube que Paulo estava liderando, sentiu credibilidade e confiança. “Essa transformação que está acontecendo no mercado é forte e sem volta. O digital proporciona uma forma diferente de fazer banco. E os bancos já estão conscientes disso e preocupados com essa evolução”. 

Para ele, apostar no empreendedorismo como Personal Banker pode gerar ganhos mais altos, em comparação com a vida como bancário. “Empreender é diferente. Quando a gente está dentro do banco, tem estabilidade. Por outro lado, o empreendedorismo pode proporcionar ganhos superiores e ajudar na formação de carteira”, conta o profissional. 

Juliana Visalli

Juliana Visalli. Foto: divulgação/Franq

Juliana Visalli, 42 anos, decidiu sair do banco por conta da rotina maçante. Foram 20 anos dedicados à carreira, trabalhando no segmento de alta renda pessoa física e oferecendo consultoria de investimento. Ela observa que as funções dentro do banco mudaram com o tempo. “A função de gerente mudou. Como a gente tinha que ficar focado em vender produto, não tinha tempo para entender a necessidade do cliente. O banco é que ditava a direção. Agora vejo que é muito positivo o movimento de fintechs, vai estimular a concorrência de mercado. Com o Open Banking, teremos a função de auxiliar os clientes”, avalia. 

O empreendedorismo muda esse cenário porque privilegia o cliente, observa Juliana. “Essa forma de empreendedorismo que a Franq possibilita tem o foco no cliente. Não ficamos restritos a um produto, o mercado é mais amplo. Com a flexibilidade de rotina e horários, ajuda a estar mais próximo das pessoas”.

E você? Tem experiência no segmento bancário e quer se tornar Personal Banker? Cadastre-se e saiba mais.