[Live] Entendendo os critérios de aprovação de Personal Bankers - 28/9 às 19h @FranqOpenbanking
Publicado: 01/07/2021Tempo de leitura: 6 min. - Última atualização: 26/07/2021

De bancário à Personal Banker, a jornada

Publicado por

Marketing Franq

Marketing Franq

Conteúdos Especiais

Karen Lopes compartilha sua vida como Personal Banker

Na noite de terça-feira, 29 de junho, ocorreu no Instagram da Franq uma live com a participação do sócio-fundador e CMO da Franq, Daniel Ferretti e da Personal Banker Karen Lopes. Membro da Franq desde novembro de 2019, Karen compartilhou experiências desde sua mudança de carreira para o modelo autônomo, de como ela se organizou para ter mais sucesso e trouxe dicas para que outros profissionais tenham mais sucesso nessa transição de carreira.

Você pode assistir o conteúdo da live clicando aqui, mas separamos alguns dos principais trechos para você conferir o que teve de destaque na conversa:

Daniel: Que princípios você acredita ser importante para a pessoa se tornar Personal Banker?

Karen: Acredito que um dos mais importantes seja prestar um bom atendimento, estar próximo do cliente e entender a real necessidade dele, para não vender algo que ele não precise. E, às vezes, no banco, você fica um pouco limitado ao que o banco exige no dia a dia. Hoje eu consigo estar próxima ao cliente sem o banco estar exigindo uma meta. E isso facilita no momento de atuar como queremos, dentro dos nossos princípios.

Daniel: Você consegue falar um pouco sobre como é a sua relação com o cliente? Como você explica essa mudança de bancária para Personal Banker? Porque eu acredito que o bancário nesses casos não deixa de ser um bancário, ser Personal Banker é apenas uma forma de atuação.

Karen: Eu, particularmente, não tive dificuldades nessa transição ou até mesmo para explicar aos meus clientes. Ao se tornar Personal Banker, você se torna a sua marca, e meus clientes já sabem quem é a Karen, já conhecem a credibilidade da Karen. Eu continuei atendendo os mesmos clientes, mas hoje eu explico que represento não apenas uma instituição, mas uma gama de instituições e hoje eu estou mais apta a oferecer para o cliente o que é melhor para ele.

Daniel: Como você administra a relação entre os parceiros da Franq e os Personal Bankers?

Karen: O que acontece em certas situações é que o parceiro está em algum lugar e ele não sabe quem é o cliente do Personal Banker e por isso eu acredito que é responsabilidade de nós, como Personal Bankers, essa construção de relacionamento com o parceiro para que ele fique mais confiante com as transações. É preciso explicar para o parceiro quem é o Personal Banker e quem é esse cliente do Personal Banker. E o Personal Banker precisa assumir essa postura de se aproximar do parceiro, ele é o único responsável por esse relacionamento. Muitos negócios que eu fiz foram por causa do meu relacionamento com os parceiros.

Daniel: Me fala um pouco sobre o relacionamento humano durante a pandemia. Você tem o costume de visitar e estar próxima dos seus clientes e agora na pandemia isso foi "retirado" de você, como você contornou essa situação?

Karen: Toda semana eu estipulo metas para falar com os clientes, seja por WhatsApp, telefone ou visita presencial. Mas hoje muitas pessoas migraram para o digital e na maioria das vezes eu acabo fazendo mais chamadas de vídeo do que visitando os clientes. Acredito que a pandemia até mesmo ajudou esse relacionamento, porque eu falo com mais pessoas ao longo de um dia.

Karen: Eu acredito que como ex-bancária nós não aprendemos a planejar, não tínhamos estratégias nossas, nós tínhamos estratégias do banco, mas agora eu consigo me planejar e fazer minhas próprias estratégias. Então a gente como autônomo tem que sempre estar planejando os próximos passos. E precisamos ser persistentes, eu vejo muita gente desistindo muito cedo e a verdade é que precisa insistir. O mercado está gigante e há muitas oportunidades!

Daniel: Olhando para trás, o que você faria diferente? O que acredita que poderia ter feito antes?

Karen: O relacionamento que eu tinha com o cliente no banco poderia ter sido melhor, pois ele era muito superficial, você conhece pouco do cliente e por causa disso você entende pouco da real necessidade dele. Mas como Personal Banker eu deveria ter me aberto mais para as parcerias, logo no começo, porque fazer tudo sozinho é muito difícil. Tem mercado para todo mundo, não precisa esconder informações. Trocar informações conecta e cria um senso de propósito.

Daniel: Como é o dia a dia profissional da Karen?

Karen: Eu tenho metas de valores, principalmente uma meta de custos fixos. E eu falo com a minha carteira de clientes a cada dois meses, pois eu preciso estar sempre me conectando com eles para eles saberem que estamos aqui por eles. Minha rotina é estar sempre em contato com o meu cliente. O cliente não pode esquecer de ti, ele precisa lembrar de você sempre que ele precisar de algum produto financeiro.

Para finalizar, nosso CMO trouxe um conceito muito importante, "o mundo é dos atrevidos!" Por isso, se você sente que quer fazer parte desse mundo e ajudar a mudar o mercado financeiro, vem com a gente e torne-se um Personal Banker*.

*Para se tornar um Personal Banker, você precisa ter pelo menos 5 anos de experiência de banco de varejo ou cooperativa de crédito.