Publicado: 27/10/2020Tempo de leitura: 7 min.

Como fazer curadoria financeira nas redes sociais?

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Marketing Franq

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Separamos algumas dicas de como aproveitar o Facebook, Instagram e LinkedIn para falar sobre finanças.

Na pandemia, uma das palavras mais utilizadas por especialistas é curadoria. Devido a uma alta quantidade de informações, assim como a proliferação de fake news, separar o joio do trigo se transformou numa oportunidade para muitos profissionais. Para além do seu segmento de atuação, qualquer um pode se tornar um curador de informações que seja do seu interesse ou de seus clientes e conexões. E o profissional financeiro, incluindo o Personal Banker, também se encaixa nesse cenário.

Pensando nisso, recentemente fizemos uma live com dicas de conteúdos que podem ser compartilhados nas principais redes sociais, notadamente o Facebook, o Instagram e o LinkedIn.

Antes, porém, de falar sobre cada rede, é importante dar um destaque ao WhatsApp. O meio ainda detém o posto de maior canal de comunicação no Brasil. Para se ter ideia, o WhatsApp está presente em 99% dos celulares no país. Estima-se que haja 154 milhões de aparelhos em uso no território brasileiro. 

Ou seja, é fundamental ter presença nas redes sociais, mas sem deixar de lado o meio de comunicação instantâneo queridinho dos brasileiros, pelo qual é possível estabelecer uma comunicação rápida e personalizada.

Facebook


Apesar da popularização de outras redes, como o YouTube, Instagram — que pertence ao mesmo grupo controlador — e o TikTok, o Facebook ainda concentra o maior número de usuários. No Brasil, uma parcela considerável da população encara a rede como a própria internet.

No Facebook, o formato mais utilizado é o vídeo. Seja por stories, lives ou vídeos curtos, este é um formato que cativa o público pela facilidade de uso e maior alcance da comunicação, além de permitir mensagens mais espontâneas e informais, com a sua cara, literalmente.

Quando o assunto é finanças, você pode falar sobre opções de crédito para Pessoa Física e Jurídica, elencando os produtos e serviços com os quais trabalha ou os que estão em maior evidência no mercado. Esse é apenas um exemplo, muitos outros temas podem compor sua curadoria financeira.

Um grande diferencial dessa rede são os grupos: o Facebook estimula a interação e engajamento por meio de conteúdos em grupos, abertos ou fechados. Por eles, é possível ter um alcance maior do que uma publicação feita em seu feed, cuja interação seria mais reduzida, restrita a suas conexões pessoais.

Instagram


Atualmente, é a rede onde as pessoas passam a maior parte do seu tempo. Por isso mesmo, permite um maior engajamento entre quem produz o conteúdo e quem o consome. 

O melhor formato hoje é o stories ou reels, que consistem em vídeos curtos de 15 segundos (stories) a 30 segundos (stories). Eles são mantidos por 24 horas e permitem a disseminação de conteúdo por texto, vídeo ou a mescla de ambos. Podem ser armazenados de forma pública por mais tempo caso você invista na adoção dos destaques, abaixo da sua bio, em seu perfil pessoal. Pelo fato de estimular a produção de vídeos, é prudente caprichar no visual, com fundos atrativos, além do cuidado com o som ambiente.

Além disso, fazer perguntas — texto, caixa de perguntas ou verbalmente —, enquetes, apresentar fatos que ocorrem em seu cotidiano e explorar notícias quentes do mercado são algumas ideias de conteúdo a serem explorados. Por exemplo: “Por que o Home Equity é a melhor forma de obter crédito na atualidade?” ou “Você já cadastrou suas chaves PIX?” e, na sequência, encontrar formas para responder seus contatos.

A única limitação do Instagram é o compartilhamento de links. Quem possui menos de 10 mil conexões não consegue compartilhar via stories (função de “arraste para cima”). Por isso, deixe um link da sua loja ou outra rede de sua preferência em sua bio e avise seus contatos da sua existência com o famoso bordão “link na bio”.

LinkedIn


Não é a melhor rede social para vender, mas para curadoria é excelente! Por ser pautada no estímulo ao networking e oportunidades profissionais, o LinkedIn funciona como um currículo e portfólio online, pelo qual profissionais de qualquer nicho de mercado podem promover suas marcas pessoais sem, necessariamente, vender produtos diretamente. É o point de quem deseja se tornar autoridade em um assunto específico, compartilhando conteúdos em forma de posts, vídeos, lives e artigos.

Uma boa estratégia no LinkedIn para reforçar sua posição profissional e especialidade — o que você faz em sua carreira e eventualmente os produtos e serviços que oferece —  é contar histórias ou se basear em exemplos reais. Investir no storytelling é um caminho crucial para obter sucesso no networking que você fizer com suas conexões.

De qualquer forma, independentemente da rede, é importante estabelecer um bom relacionamento com as suas conexões. Recebeu um comentário ou uma mensagem no modo privado? Envie uma resposta! Por falar nisso, aproveite o recurso do privado para conversar melhor com os seus contatos e ampliar as chances de conversões e vendas.

Algoritmos: a dor dos produtores de conteúdo na web


Um grande desafio a ser vencido são os algoritmos, responsáveis por organizar e determinar o que um usuário da rede irá ver em seu feed ou não. Os algoritmos são desenvolvidos para fazer uma entrega randômica dos conteúdos e, por isso mesmo, não apresentam todos os conteúdos feitos por você para todas as suas conexões. 

Apenas uma pequena parcela das suas conexões tem acesso, por conta de objetivos comerciais por parte das próprias administradoras das redes que permitem um maior alcance para quem paga conteúdos patrocinados ou cujo engajamento esteja em evidência, como é o caso da atuação dos influencers digitais com um número maior de seguidores.

Tem alguma boa prática sobre o uso de alguma dessas redes para realizar uma curadoria financeira? Compartilhe com a gente: deixe seu comentário!