Publicado: 06/03/2020Tempo de leitura: 4 min. - Última atualização: 09/03/2020

Com a palavra, as Personal Bankers

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Marketing Franq

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Conteúdos Especiais

Conheça histórias de mulheres que fazem a diferença com a Franq.

Entre os muitos Personal Bankers que são membros e usuários da nossa plataforma, estão mulheres com várias histórias que foram determinantes para chegar onde estão hoje. Conversamos com algumas delas para marcar o Dia Internacional da Mulher (08/03) e torná-lo mais humanizado, com a cara da Franq.

Confira hoje a história da Vera Regina Wecki, uma das primeiras Personal Bankers da Franq e que usa nossa tecnologia desde outubro de 2019, quando iniciamos nossa operação.

Quando mudar de área vale a pena


Aos 59 anos, Vera se descobriu empreendedora, fazendo sua própria carreira. Foram 33 anos dedicados à vida bancária: entre os anos de 1984 a 2017, foi gerente de investimento, de atendimento, subgerente, gerente PF e PJ e, por fim, gerente titular de agência, cargo que se reportava diretamente aos superintendentes, antes de iniciar sua jornada como Personal Banker. 


Mas antes de se tornar bancária, Vera queria mesmo ser engenheira química, profissão iniciada na década de 1980, quando cursou a faculdade. "Nunca me imaginei bancária: me formei em Engenharia Química, em 1984. Só que tinha estudado com apoio do crédito educativo e tinha que pagar a faculdade – estudei na PUC e meus pais não tinham como pagar”. Na época, Vera viu um anúncio em um jornal procurando recém-formados para um programa de trainee numa instituição financeira. “Resolvi entrar no processo seletivo. Cerca de 800 pessoas participaram e dessas, 25 foram escolhidas. Eu era uma delas. O salário era muito atrativo. Foi assim que eu acabei me tornando bancária”, detalha. 

A vida no banco, porém, não foi tão fácil. “Havia uma resistência à presença das mulheres dentro do banco. A quantidade de homens era muito maior. Quando iniciei no banco, tinha apenas uma gerente titular em todo o estado [Vera é do Rio Grande do Sul]. Existia uma barreira muito grande para mulheres ocuparem posições gerenciais”, avalia ela, que também passou por uma situação desagradável por ser mulher. "Estava numa determinada agência, e como sempre tive um perfil proativo, uns dois-três anos depois substitui um gerente titular. Eu era subgerente. Um dia, chegou um cliente querendo falar com ele, que estava de férias, e eu tentei ajudar. E o cliente não quis atendimento, achou que eu era secretaria. Naquela época, existia essa percepção, tanto por parte de alguns colegas quanto por parte dos clientes”, lembra Vera.

“Isso é uma coisa bacana na Franq: não importa se é mais novo, velho, se é homem ou mulher, a oportunidade é igual para todos.” - Vera Regina Wecki 

Mas ela não se intimidou e seguiu em frente. “A própria forma da mulher se posicionar e de correr atrás, de não se intimidar, sem achar que isto ou aquilo era profissão de homem, foi mudando esse e outros mercados. Somos as precursoras do empoderamento que tanto se fala hoje”. 

Agora, empreendendo como Personal Banker, Vera continua em busca de fazer a diferença. “Tem tantas pessoas que estão sem saber o que fazer, porque foram CLT a vida inteira e precisam virar a chave e descobrir o espírito empreendedor que tem dentro de si. Isso é uma coisa bacana na Franq: não importa se é mais novo, velho, se é homem ou mulher, a oportunidade é igual para todos. Temos uma história que podemos aproveitar, ativos sem preço, que são o relacionamento com os clientes e a credibilidade que carregamos conosco. E podemos continuar usando isso”, reforça Vera. 

Se assim como a Vera você também quer empreender no mercado financeiro, contando com uma tecnologia pra ajudar sua trajetória, cadastre-se e saiba como se tornar Personal Banker.

Crédito da imagem: Gustavo Borba | divulgação Franq